

Jornalista da Band Minas, Metro-BH, Radio Itatiaia, Revista Exclusive, autor do livro Quase História – Bastidores da Política Mineira, presidente do Centro de Cronistas Políticos de Minas Gerais.
Carlos Lindenberg foi do Estado de Minas, VEJA, O Globo, Rede Globo, Hoje em Dia e além de Quase História, participou da coletânea que traçou o perfil do governador Hélio Garcia.
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Em entrevista à revista Veja, divulgada no site nesta sexta-feira (13), Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, preso em Araraquara (SP) como responsável pelas gravações reveladas pelo site The Intercept na série de reportagens da Vaza Jato, diz que fez campanha para Jair Bolsonaro, mas se arrependeu depois.
“Fiz campanha para o Bolsonaro e me arrependi depois”, disse Delgatti em entrevista no dia 6 no Fórum Professor Júlio Mirabete, onde funciona o Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
O hacker disse que, entre as mais de 80 autoridades que teria invadido as contas do Telegram, estão duas contas de Bolsonaro e dos filhos, Carlos, Eduardo e Flávio. No caso de Bolsonaro não há registros, segundo o hacker, por que ele não usava o Telegram.
A quebra de silêncio hacker veio após ser intimado para prestar depoimento num processo que apura o envolvimento dele num caso de estelionato. De bermuda, camiseta e chinelos brancos, Walter também teria dito que o pior ainda estava por vir.
Ele diz ter usado um print das telas com conversas de Carlos e Eduardo para convencer a deputada Manuela D’Ávilla que havia colhido provas de ações para impulsionar mensagens de WhatsApp em favor de Bolsonaro durante a campanha presidencial. “Eu procurei a deputada porque sabia que ela era contra a Lava-Jato devido à ideologia”, afirmou.
Via: Revista Fórum
Foto: Revista Veja

O “hacker” Walter Delgatti e Bolsonaro (Montagem)